Um testemunho de como é possível destruir esta terrível doença e ser FELIZ!

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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Aqui... Jamais fingirei

Não preciso de fingir com sorrisos falsos. Sinto-me arrasada, sem expectativas, derrotada. 

Tropecei no atacador que não quis apertar para chegar mais depressa a casa  para agora poder dizer "Não tenho culpa de o sapato se ter desapertado!"

 

<<Mãezinha>>

 

Publicado por Aninhas às 17:26
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De cris a 30 de Maio de 2008 às 09:22
Eu acho que esta doença nos torna muito teimosas porque mesmo quando nos começamos a "cansar" e a aceitar que o mais importante da vida não é ter um corpo perfeito, lá no fundo (e na maior parte das vezes inconscientemente) ainda temos a esperança de o conseguir. No fundo nós não nos sentimos seguras como somos e achamos que a parte fisica pode dar-nos alguma segurança. Mas chegamos a um ponto em que já não conseguimos saber para que lado ir: se por um lado nos achamos demasiado magras, por outro lado temos medo de ficar gordas. E depois estamos tão "habituadas" a restringir a alimentação que pensamos (não conscientemente, mas o cérebro acaba por estar "formatado" para isso) que uma bolacha a mais, ou o que quer que seja, nos pode engordar de um dia para o outro.

Eu acho que nós mexemos no nosso equilibrio e ele deixou de existir. E agora, por mais que tentemos voltar ao que eramos, não o conseguimos completamente, porque já conhecemos outras formas de pensar e de nos comportarmos. É normal o não conseguir deixar de pensar em comida (de inicio), porque esta é uma doença "obcessiva". Enquanto o nosso cérebro não a voltar a aceitar normalmente, o que tentamos fazer é não pensar e quanto mais tentamos não pensar, mais estamos a pensar.

Por isso, a AB (como sempre) tem razão. É necessário seguir um plano, para que o próprio organismo volte a aceitar as refeições "normais". Eu também acho que é muito importante não vomitares (nunca mais), porque senão estás a passar de uma doença para a outra. Quanto ao stress, é verdade que dificulta muito, mas não é só ele o culpado. Eu sei por expriencia própria. Às vezes o ter muitas coisas para fazer até se pode tornar num aliado. A cabeça é que tem que comandar, mas não de forma a querer fazê-lo na perfeição. Deve antes aceitar que essa é a forma de ser uma pessoa "normal", saudável e muito mais confiante.

Aninhas, eu tenho a certeza de que tu vais conseguir. O teu blog foi um dos primeiros que visitei e deu-me muita força. Tu és forte. Não precisas de tentar ser mais perfeita, porque o que é perfeito hoje, deixa de o ser amanhã. aproveita a vida. Não deixes arrastar esta doença, para que não chegues à minha idade a pensar "o que é que eu vivi entre os 23 e os 30 anos???"
De Aninhas a 30 de Maio de 2008 às 23:10
Esta doença é tramada e n sei lidar c isto... N passo um dia sem deitar fora, de nós as 3 sou a pior... Isso significa que estou mais longe? A minha médica nc se preocupou mt c a alimentação desde que vá fazendo as coisas e diz que o resto vem por acréscimo mas acho que vou pedir-lhe para ir a uma nutricionista outra vez. Nc segui um plano e sinceramente n sei se quero. De manhã não consigo comer um cacete integral e uma maçã fico tão cheia que tenho de deitar fora e acabo por comer mais pão e maçã e ingerio mt mais calorias... e o pior é n ter uma vida nd preenchida. Como dizes ajuda imenso. Não sei como dizem que sou forte, demostro exactamente o contrário...
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Tive uma anorexia nervosa com crises bulímicas tratada e cuidada no HUC, onde ainda estou a ser acompanhada. Consegui atingir todos os meus objectivos, sou feliz e deixo aqui o meu testemunho em como é POSSÍVEL acabar com todo o sofrimento e dor que esta doença me trouxe.

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